sábado, 9 de novembro de 2013

O Sistema Solar, trabalho realizado com alunos do  6º ano - Escola Mascarenhas- Paulínia-SP

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cãomício no calçadão
Olá pessoal, estou postando minha experiência mais relevante de leitura. É uma crônica de autoria de  José Carlos Oliveira, um dos grandes cronistas brasileiros do século passado. Se você quer gostar de ler, leia crônicas que em pouco tempo você será um amante insaciável da leitura.

 Cãomício no Calçadão 
Reunidos no calçadão central da Avenida Atlântica, entre as Ruas Souza Aguiar e Sá Ferreira, dezenas de cães participaram sábado à tarde de um comício autorizado, em princípio, pela Administração Regional de Copacabana. Eram cachorros das mais variadas raças e dos mais diferentes tamanhos, desde Pastores Alemães até miniaturas Pintcher. Junto ao meio-fio, no local da concentração, um carro-choque do Batalhão de Gatos, armados de unhas e dentes, garantia a ordem.
O primeiro a subir ao tablado, que era um engradado de refrigerantes emborcado, foi um Poodle branquinho, de rabinho cotó
- Nossos donos são irresponsáveis! - gritou ele
- Abaixo os donos irresponsáveis! - respondeu a multidão raivosa (embora toda ela vacinada)
- Todo poder aos cachorros! - prosseguiu veemente o Poodle branco, cujo focinho lembrava vagamente o de Jane Fonda, e que era tido, entre o Posto 6 e o Posto 4, como o líder inconteste do Dog-Power.
Em seguida pediu a palavra um Weimaraner azulado, de olhos tristes. Do alto do caixote, falou ponderadamente:
- Meus modos if... if... (estava chorando o coitado)... Meus modos refletem o do meu dono... Não quero mais passar vergonha sujando a calçada!
- Nós também não! - responderam em uníssono os manifestantes caninos. Lá do meio do povo, alguém latiu com voz de Pointer:
- Nossos donos precisam aprender que lugar de cachorro fazer suas "coisas" é em casa!
- Bravo! Apoiado! - concordou a cãonalhada.
- Pipi-dog! Queremos pipi-dog! - Puseram-se a ladrar as cadelinhas Basser, cinco ou seis, provavelmente da mesma ninhada. - Somos moças de família, e portanto temos direito a um lugar no apartamento, onde possamos fazer a nossa toalete em que os intrusos invadam a nossa  privacidade"
- Muito bem! Falou! Podem crer! - entoaram em coro os cinco Dobermans que moram no Edifício Chopin, um dos mais luxuosos de Copacabana, e que fazem pipi - vejam só a heresia! - na piscina do Copacabana Palace, que fica ali ao lado.
Agora, estava no tablado um musculoso Boxer, com sua cara abobalhada e seu tradicional bom coração.
- Senhoras e senhores - disse ele - sejamos objetivos. Desejo colocar em votação uma proposta simples, de três pontos, a qual, se aprovada, será encaminhada aos nossos donos, em forma de abaixo-assinado. Primeiro ponto:
- "Quero meu pipi-dog no apartamento"
- Apoiado! - gritou a assembléia
Segundo ponto: ... Mas, antes, para evitar tumulto, prefiro que os distintos companheiros, em vez de latirem, ladrarem, rosnarem e coisa e tal, balancem o rabo em sinal de aprovação. Aqueles que não mais possuem rabo poderiam uivar, mais docemente, pois uma de nossas preocupações principais há de ser a de não agravar a poluição sonora, de maneira a não indispor a opinião publica contra a nossa causa...
Todos balançaram o rabo, em silêncio. A questão do orador fora aceita. Ele então prosseguiu:
- Segundo ponto: - "Queremos fazer nosso cooper canino apenas no calçadão central da Avenida Atlântica..."
Rabinhos balançaram para lá e para cá: aprovado.
- Terceiro ponto: "É preferível que não nos levem à praia, onde involuntariamente causamos uma porção de doenças!"
Rabinhos alegres: de acordo.
- Desta forma - finalizou o Boxer - poderemos afirmar que somos felizardos e que temos donos educados!
- Nosso dono vai ser superlegal! - exclamou a assembléia, esquecendo a recomendação de só balançar o rabo.
Nessa altura, todos ali estavam com vontade de fazer cocô e pipi. Sendo assim, o Poodle branco decidiu dar por encerrada a reunião, recomendando que os manifestantes se dispersassem em ordem.
Mas nesse instante pulou no caixote um autêntico Vira-Lata, magrinho, de olhos famintos, as costelas aparecendo sob o pelo ralo, o rabo entre as pernas.
- Irmãos! - bradou ele, ou melhor, essa palavra num gemido - Irmãos! Todos somos irmãos! Todos os cachorros são iguais! Portanto, o verdadeiro problema não está no pipi-dog doméstico nem no pinicão de apartamento. O necessário é que todos nós, os de pedigrees e os da rua, os de raça e os vira-latas, tenhamos, todos. direito aos cuidados veterinários periódicos, à vacinação gratuita, à alimentação farta e balanceada, à coleira protetora com sua placa de identificação, aos banhos seguidos de talcos contra pulgas.. Viva pois a revolução! Todo o poder aos cachorros, sem distinção de raça, cor ou credo!
-Uh! Fora! - gritaram os cães de luxo, que pertencem todos, naturalmente, à Direita, e preferem que as coisas continuem como estão, no plano da justiça social. - Fora! Sarnento! Babão! Comedor de restos! Ralé!
A multidão de sócios do Kennel Club avançou na direção do anarquista, rosnando ameaçadoramente. Foi preciso que os gatos salvassem o Vira-Lata do linchamento inevitável, para o que o cercaram, dispersando a cachorrada com bomba de gás lacrimogêneo.

Em seguida, o Batalhão de Gatos levou o Vira-Lata para o lugar adequado a essa espécie agitador. Ele agora está sendo processado e é capaz de passar o resto da vida num canil-presídio. Acusação: trata-se de um CÃOMUNISTA. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A escola deve criar um círculo virtuoso, em que a leitura e a escrita melhorem e ajudem na aprendizagem de qualquer conteúdo".
Luís Carlos de Menezes Revista Nova Escola abril de 2009.

domingo, 29 de setembro de 2013

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM

Tempo Previsto:     06 Aulas.
Conteúdo e Tema:  Ser humano e saúde.
                                  Saúde:  Um direito da cidadania
Série-7º Ano – 4º Bimestre.
Competências e habilidades
·      Reconhecer a saúde como bem estar  físico, mental e social  e não apenas como ausência  de doenças.
·       Propor ações para melhorar a qualidade de vida de uma determinada população, conhecendo os seus indicadores básicos de saúde.
Objetivos :  Ensinar aos alunos a importância da saúde individual e coletiva, como meio de evitar certas doenças, desenvolvendo o bem estar físico, mental e social, em busca de uma melhor qualidade de vida.
Justificativa:   Através da situação de aprendizagem teremos a possibilidade de garantir uma aprendizagem efetiva e transformadora de atitudes e hábitos de vida, é preciso educar para a saúde, para que os alunos possam compreender que a saúde é um direito de todos e uma dimensão essencial do crescimento e desenvolvimento do ser humano, conhecer formas de acesso aos recursos da comunidade e as possibilidades de utilização dos serviços voltados para a promoção, proteção e recuperação da saúde.
Estratégias e procedimentos: Será realizado um agendamento na UBS  (unidade básica de saúde) próximo à escola, para uma visita dos alunos, com o objetivo de buscar dados   e informações  sobre   focos de  doenças no entorno da escola  e em nosso município. Identificando fatores de risco à saúde, pessoal e coletiva, presentes no meio em que vivem Interpretação de gráficos e tabelas,  relacionando dados atuais e anteriores; elaboração de hipóteses para esclarecer casos; discussão das hipóteses;  apresentar textos informativos com leitura e análise. Através da parceira com UBS poderemos obter informações e registros de focos de doenças e suas medidas profiláticas.
Uso das narrativas: Leitura de textos; análise de gráficos, tabelas e imagens, socialização em sala de aula sobre os dados obtidos e medidas para uma melhor qualidade de vida.
Recursos: Indicadores demográficos e sociais, livro didático, caderno do aluno  7º ano - volume 4; informações e dados da unidade básica de saúde próximo à escola.
Recuperação: É realizada no decorrer das aulas por orientações de ensino e  atividades diversas adaptadas a dificuldade de cada aluno.

Avaliação: Avaliação será dada mediante observação, tendo como base principal o conhecimento prévio do aluno, analisando participação em debates, socialização das ideias  e seminários. Avaliação será continua com observação diária.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Quando estudei o ensino fundamental era chamado de ginásio, e o que me marcou em termos de livro de leitura foi "Meu pé de laranja lima". Me lembro que eu lia esse livro como se estivesse vivenciando a história, que me fascinava, lembro também que fiquei muito triste no final, quando cortaram o pé de laranja lima. Comecei a gostar de ler a partir dele, depois vieram vários outros, mas o primeiro é o que mais deixa lembranças. A leitura quando bem feita e de um bom livro faz com que a gente se transporte para a história, como se fosse verdadeira.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Lembranças!

Eu tenho lembranças muito boas de quanto fiz minha primeira leitura, estava com seis anos de idade, minha mãe recebia em casa o jornal e dentro do mesmo vinha um jornalzinho que era para crianças e muitas vezes eu fazia de conta que lia, e com isso minha mãe me ensinava como juntar as letras, um belo dia eu fiz minha primeira leitura, quando minha mãe escutou eu lendo deu um berro de felicidade, daí em diante ela me incentivou cada vez mais com a leitura, assinou a coleção de gibi  Mauricio de Souza - Turma da Mônica, tive muita influência da minha mãe, pois, ela sempre me deu exemplos. E hoje sei bem a importância da leitura em minha vida.

Escrito por:

Prof. Andreia Barros

Bom dia!

Eu também aprendi a ler com a cartilha caminho suave, porém  quando ocorria um erro tanto na leitura como na escrita, eu e meus colegas tinhamos que repetir 50 vezes cada palavra, escrevendo-a corretamente, a repreensão era muito grande. Sem contar que era de forma decorada.

Escrito por:

Prof. Luciana Vedovello